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	<pubDate>4 Mar 2009 23:26:35 GMT</pubDate>
	<title>Feeds Rhema</title>
	<description>Rhema Vendign</description>
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	<webMaster>Marcio Cardoso</webMaster>
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	<title>ES tenta recorde de maior xícara de café do mundo</title>
	<description>A xícara, que demorou dois meses para ficar pronta, tem 2,3 m de diâmetro e 1,5 m de altura. O pires tem 3,4 m de diâmetro. Ambos são de aço inox e foram fabricados pela empresa Fimag, de Cariacica, cidade da região metropolitana de Vitória.

A xícara e o pires custaram R$ 24,8 mil. A xícara vai receber 3,5 mil l de café. Serão 300 kg de pó de café, colocados em um coador de 2 m de diâmetro, 2,5 m de altura e tem 12 camadas de tecido.

"Ficamos surpresos com a encomenda e realmente deu muito trabalho. Precisamos usar várias placas de aço inox. Mas foi um trabalho incrível e ficamos muito satisfeitos com o resultado. Agora queremos mesmo é experimentar esse famoso cafezinho", disse Jaci da Silva Vieira, o gerente comercial da empresa Fimag.

A xícara vai ficar na praça Celestina Xista Badaró, a principal do município, e vai ser apresentada aos moradores da cidade, neste sábado, onde acontece o 1º Festival Café e Cultura do município. O técnico da Secretaria da Agricultura de Brejetuba, Vanildo Pagio, disse que a bebida deve levar cerca de uma hora para ser coada. Depois será servida para quem participar do festival. "Pode até trazer garrafa térmica e levar para casa um pouco do maior café do mundo", brincou.

A expectativa é de que o evento receba cerca de 5 mil pessoas e ajude a valorizar o café de Brejetuba, colocando a cidade na rota dos cafés especiais. "Queremos que a região fique conhecida pelos cafés de qualidade no Brasil", explicou.

Rumo ao recorde
Com números tão expresivos, a prefeitura de Brejetuba fez contato com os editores do Guinness Book, o livro dos recordes, na Inglaterra. Segundo o técnico da Secretaria da Agricultura de Brejetuba, Vanildo Pagio, a solicitação de que o "cafezinho" seja registrado no livro como o maior do mundo já foi aprovada.

"Eles disseram que ou vem um representante acompanhar o evento ou vamos mandar provas para lá", explicou. Caso seja reconhecido, o "cafezinho" de Brejetuba, vai superar o recorde de uma empresa de cafés do Panamá, que fez 2.840 l da bebida em 2007.
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	<pubDate>4 Mar 2009 23:26:35 GMT</pubDate>
	<link>http://noticias.terra.com.br/popular/interna/0,,OI2906567-EI1141,00.html</link>
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	<title>Contratos futuros do café sobem em N.York</title>
	<description>Nova York, 2 abr (EFE).- Cotações desta quinta-feira dos contratos futuros do café "C" (37.500 libras cada) no Mercado do Café, Açúcar e Cacau de Nova York (centavos de dólar/libra):.






Contrato Abertura Máxima Mínima Fechamento Variação.



-------- -------- ------ ------ ---------- --------.



Maio 114,65 118,15 114,65 116,80 +2,30.



Julho 116,95 120,00 116,85 118,75 +2,30.



Setembro 119,00 122,00 118,85 120,80 +2,30. EFE

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	<pubDate>4 Mar 2009 23:26:35 GMT</pubDate>
	<link>http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1070947-5602,00-CONTRATOS+FUTUROS+DO+CAFE+SOBEM+EM+NYORK.html</link>
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	<title>Contra crise, indústria de café encolhe</title>
	<description>SÃO PAULO - Após um crescimento do consumo abaixo do esperado em 2008 (3,21%), as indústrias de café reveem a meta para este ano e intensificam o movimento de downsize - o enxugamento da estrutura física para se voltar a mercados mais remuneradores - como uma das alternativas para fugir da crise.

De acordo com Nathan Herszkowicz, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o fato de o preço do produto final não ter se valorizado significativamente nos últimos anos inibiu as margens das empresas e o lucro final tem sido muito pequeno. "Todo o corte de custo e ganho de produtividade foi anulado porque o preço não evoluiu", Herszkowicz.

"Estamos incentivando parte da indústria do setor a migrar para mercados de maior valor agregado", acrescenta o diretor executivo da Abic. "Essa é uma das ferramentas do setor para se defender de margens cada vez menores", completou.

Segundo Herszkowicz, desde o advento do Plano Real, em 1994, o preço do café na prateleira do varejo cresceu apenas 30%. O aumento é visto pelo setor como um déficit, já que o incremento no valor da cesta básica nesse mesmo período foi de 260% e o acréscimo no custo de produção da indústria foi de aproximadamente 45% - de R$ 6 o quilo para um custo que hoje varia entre R$ 8,5 a R$ 9 o quilo.

Para amenizar a situação do setor, Herszkowicz acredita que apenas o downsize das indústrias é pouco. Além de continuar ampliando a participação dos cafés superiores no mix das empresas é necessário outras estratégias para reduzir custos. Entre elas, o diretor-executivo da Abic exemplifica a compra conjunta por pequenas e médias empresas de matéria-prima e de embalagem.

O representante da indústria destacou ainda o aumento da entrada de café de outras origens no Brasil, o que poderá acarretar num cenário em que as indústrias locais não poderão competir. "Há uma grande demanda por esses produtos por uma questão de diferenciação e originação e hoje nós não podemos concorrer". Em apenas um ano (de 2007 para 2008), as importações de café aumentaram de US$ 2,5 milhões para US$ 6 milhões aproximadamente, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior.

Desempenho

Os indicadores da indústria de café mostram que a crise já alterou o cenário de produção e consumo no País. No ano-base 2008 (de novembro de 2007 a outubro de 2008), a Abic registrou um consumo da ordem de 17,66 milhões de sacas, o que representa uma alta de 3,2% em relação ao período anterior. No entanto, o resultado é inferior à expectativa inicial da entidade, que apontava para uma demanda de 18,1 milhões de sacas para o último ano. A Abic já admite que a meta de 21 milhões de sacas prevista para 2010, proposta em 2004, fica ainda mais distante. Para obter esse resultado seria necessário que neste ano e no próximo o consumo interno tivesse um incremento de 19%. Para 2009, a Associação projeta um crescimento em torno de 3%.

Exportações

Se no mercado doméstico a avaliação não é das melhores, as perspectivas quanto às exportações são otimistas. A previsão é a de que haja um aumento nos embarques de 130 mil para 160 mil sacas de torrado e moído em 2009, atingindo uma receita de US$ 42 milhões.

Para garantir um bom desempenho em 2009 a Abic está prospectando novos mercados, já que o consumo nos Estados Unidos e Europa, para onde vai 70% do torrado e moído exportado pelo Brasil, já está próximo da estagnação.

A Abic pretende intensificar os negócios com a Turquia e Cingapura, países onde foram feitos estudos que mostram que apesar de o consumo local ser relativamente baixo, são importantes reexportadores de café. "Eles funcionariam como centros de distribuição, importariam café torrado e moído do Brasil e reexportariam", explica Herszkowicz.

No ano passado, a parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) ajudou as vendas externas desse segmento de café a crescerem 37%, de US$ 26 milhões para US$ 35,6 milhões. Este ano o convênio entre a Abic e a Apex deve garantir a continuidade da expansão. As duas entidades estão juntas no projeto que levará a marca Cafés do Brasil junto à alta gastronomia mundial, promovendo o café brasileiro em eventos desse segmento.

O primeiro deverá acontecer no Chile onde haverá no próximo ano o principal acontecimento mundial de alta gastronomia e o Brasil será o principal patrocinador do evento.</description>
	<pubDate>4 Mar 2009 23:26:35 GMT</pubDate>
	<link>http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&amp;id_noticia=278226&amp;editoria=</link>
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	<title>AGRONEGÓCIO: Câmbio eleva lucro de lavoura orgânica</title>
	<description>POÇO FUNDO (MG), 23 de março de 2009 - O câmbio favorável e a alta demanda por produtos orgânicos favorecem as vendas dos cafeicultores das cidades do sul de Minas Gerais. Atrelados à Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo (Coopfam), os produtores enviam 85% da produção do café orgânico para o exterior. Isso significa que o melhor café brasileiro não é comercializado no País. O cafeicultor Luis Adalto de Oliveira, dono do Sítio das Pedras, em Poço Fundo, recebeu o prêmio de Melhor Bebida do Brasil. Com base nos critérios da Specialty Coffee Association of América (SCAA), a produção alcançou 91 pontos, em uma escala na qual o benchmark é 94 pontos. A maioria dos cafés brasileiros têm média de 87 pontos. 

"Os 15% restantes são consumidos por aqui', diz Adalto, que também preside a cooperativa. Ele possui uma plantação orgânica de 20 mil pés de café, espalhados por 6,8 hectares. A produtividade, desde que começou a produzir orgânico, em 2005, é de 45 sacas por hectare, onde colhe entre 240 e 250 sacas por ano. "A transição de convencional para orgânico é de longo prazo. Já estou no limite da minha produção e não tenho como expandi-la, pois sou um agricultor familiar." 

Os 250 associados da Coopfam, de seis municípios da região, exportam as 12 mil sacas de 60 kg que produzem por ano principalmente para os Estados Unidos, Japão e alguns países da Europa. "O preço para exportação é mais atrativo. E no Brasil, ainda não há uma cultura de consumo de orgânicos", conta Adalto. 

No processo de instalação da lavoura orgânica, o produtor teve um custo inicial de R$ 250 por saca, já que havia gastos com a estruturação do solo. Agora, o custo é de R$ 130. A Coopfam vende o produto, certificado pela Fair Trade Labelling Organization International e pela BSC Öko-Garantie, por R$ 550 a saca. 

O café produzido por Adauto é bem aceito nos mercados onde está presente, pois com o processo de adubação, que também é orgânico, o índice de doçura do grão foi elevado. Enquanto a média de doçura é 13%, o café do Sítio das Pedras possui 17%. 

O produtor aduba a lavoura com um fertilizante orgânico à base de pescados marinhos. Produzido pela FishFértil, empresa da Agrobac, o adubo utiliza resíduos de peixes de águas profundas. A empresa, que possui um frigorífico de peixe em Estiva Gerbi, região de Mogi Mirim, passou a usar o animal como matéria-prima do fertilizante, já que aproveita apenas 30% do peixe como filé. 'O adubo aumenta a eficiência na formação de frutos e grãos, no desenvolvimento das plantas e na absorção de nutrientes do solo', diz Alberto Ferreira do Amaral, da FishFértil. 

Luis Adalto conta que a adoção desse adubo ajudou na conquista de outros prêmios. Em 2008, a Coopfam ganhou o Concurso Internacional de Cafés de Comércio Justo (Fair Trade), na categoria café natural. Um ano antes, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) concedeu ao produtor a premiação de Cafeicultor Brasileiro de Destaque. 

Mas o fertilizante orgânico não é restrito apenas ao café. Também pode ser usado em outras culturas, como soja, milho, citros, cana-de-açúcar, entre outras. 'Vamos lançar 27 novos produtos orgânicos', diz o engenheiro agrônomo e pesquisador da Agrobac, Luiz Foloni. Um estudo para a aplicação em hortaliças é o próximo passo. Dependendo do utilidade do fertilizante, um galão de 20 litros pode chegar a R$ 820. 

Outro projeto futuro da empresa, é, em parceira com a cooperativa, abrir pontos de venda para a comercialização do café da região aqui no Brasil. "É um plano para 2010, pois ainda não temos retaguarda", diz Alberto Ferreira. Segundo ele, o objetivo é criar uma marca para estabelecer o produto como uma bebida 'premium'. "Serão locais estratégicos, como a rua Oscar Freire ou o Shopping Cidade Jardim." (Sérgio Toledo - InvestNews)

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	<pubDate>4 Mar 2009 23:26:35 GMT</pubDate>
	<link>http://www.gazetamercantil.com.br/GZM_News.aspx?parms=2405467,26,1,1</link>
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	<title>Selo "Cafés do Brasil" promove o grão brasileiro em feira no Canadá</title>
	<description>O Canadá já é um tradicional comprador de cafés do Brasil. Em 2008, importou US$ 53,521 milhões de café verde e US$ 17,711 milhões de café solúvel. Esses volumes indicam que há também potencial para a venda de cafés industrializados, torrados ou moídos, para os canadenses. É com o objetivo de prospectar esse mercado que o ‘Cafés do Brasil’ (selo que congrega marcas do grão sob um rígido sistema de qualidade) participará do Pavilhão Brasileiro no SIAL 2009 – Salão Internacional de Alimentação, que ocorrerá em Montreal, no Palácio dos Congressos, a partir de quarta-feira (01/04).

“Nossa participação será institucional. Vamos realizar degustação de blends das várias regiões produtoras, mostrando a diversidade de aroma, corpo e sabor dos cafés brasileiros, e distribuir material promocional e informativo. É uma ação exploratória para buscar oportunidades de negócios”, diz Christian Santiago e Silva, coordenador executivo do PSI – Projeto Setorial Integrado de Promoção à Exportação de Cafés Industrializados, realizado pela Apex–Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos em parceria com a ABIC - Associação Brasileira da Indústria de Café.

A organização do Pavilhão Brasileiro, que contará com a presença de 29 empresas e entidades, está a cargo do SECOM - Setor de Promoção Comercial do Brasil, chefiado pela ministra Wanja Campos da Nóbrega, do Consulado Geral do Brasil em Toronto. O SECOM é responsável pela promoção de produtos e serviços brasileiros e, entre outras realizações, dá apoio a missões empresariais, organiza seminários, cuida da captação de investimentos, divulga o turismo no Brasil e coordena a participação de empresas brasileiras em feiras e congressos no território canadense.

A exportação de café torrado e moído com marca brasileira é uma iniciativa muito recente, que assumiu uma característica de negócios consistentes a partir de 2002. Com apoio da Apex-Brasil, que mantém convênio com a ABIC na realização do PSI, as vendas para o exterior totalizaram US$ 35,6 milhões em 2008, contra US$ 26,0 milhões em 2007, um crescimento de 37%. Em sete anos, as vendas aumentaram em quase 800%, considerando que em 2002 os embarques foram de US$ 4 milhões.

Os principais mercados são, respectivamente, os Estados Unidos, a Itália, a Argentina e o Japão. O novo convênio firmado entre Apex-Brasil e ABIC, com validade até 2010, prevê novas estratégias para a inserção dos "Cafés do Brasil" em diferentes mercados, principalmente os considerados “traders”, que são países ou regiões com um alto potencial de comercialização dos produtos, como é o caso do Canadá. 

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	<pubDate>4 Mar 2009 23:26:35 GMT</pubDate>
	<link>http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1698133-1931,00.html</link>
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	<title>Café, um marco na expansão de Santos</title>
	<description>O saneamento do Município e a expansão das atividades portuáriase cafeeiras levaram ao crescimento da população. Em 1890, Santos tinha 13.012 habitantes, conforme recenseamento federal; em 1909, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), havia 7.102 moradores em São Vicente, 2.834 em Itanhaém e 79.047 em Santos. Somadas as três cidades, 88.983 pessoas, ou 5,34% da população da Baixada no ano passado, de 1.664.929 habitantes.
 
Especificamente sobre 1909, ano em que Manoel Nascimento Júnior assumiu a direção de A Tribuna, dois acontecimentos marcaram o progresso que Santos, em particular, vivia na época.
 
Naquele ano, a Cidade passou a dispor de bondes elétricos, em substituição gradativa aos veículos puxados por burros; e o Porto estabeleceu um recorde nas exportações de café (787.856 toneladas ou 95,8% de tudo o que foi enviado ao exterior por Santos) que duraria 97 anos.
 
De forma crescente, Santos se consolidou como ponto de desembarque ou de destino para imigrantes, por causa da crise econômica na Europa. Segundo o IBGE, dos 85.410 estrangeiros que aportaram no Brasilem 1909, 36.014 (42,2%) desembarcaram em Santos. E, conforme censo feito pela Prefeitura em 1913, 44,7% dos 88.967 moradores eram estrangeiros, com predomínio de portugueses (23.055 pessoas) e espanhóis (8.343).
 
A riqueza proporcionada pelo café -- simbolizada pela imponência da Bolsa Oficial de Café, no Centro, inaugurada em 1922 -- foi abalada com a crise internacional de 1929. Graves problemas financeiros surgiram nos Estados Unidos, grande comprador do café brasileiro, e que reduziu drasticamente suas importações.
 
Entre 1929 e 1932, o volume total de cargas movimentado no Porto caiu de 3,2 milhões (então, um recorde anual) para 1,8 milhão de toneladas.
 
Outro baque ocorreu com a Segunda Guerra Mundial (1939-1945): de 1939 (novo recorde) a 1942, as operações diminuíram de quase 4,3 milhões para 2,8 milhões de toneladas. Na época, as quatro cidades locais (Guarujá emancipara-se de Santos em 1934) somavam pouco mais de 200 mil moradores. </description>
	<pubDate>4 Mar 2009 23:26:35 GMT</pubDate>
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	<pubDate>4 Mar 2009 23:26:35 GMT</pubDate>
	<link>http://atribunadigital.globo.com/bn_conteudo.asp?cod=404230&amp;opr=103</link>
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	<title>Café Pilão comemora 30 anos e faz concurso cultural</title>
	<description>O Café Pilão anuncia um concurso para celebrar os 30 anos da marca no Brasil. Através da Sara Lee Cafés, fabricante do produto no Brasil, Café Pilão lança um concurso de receitas pela internet onde os internautas terão que desenvolver com produtos da linha cappuccino Pilão.

As sugestões deverão ser enviadas pelo site www.cappuccinopilao.com.br, nas categorias cappuccino quente ou gelado, quantas vezes o consumidor quiser, até o dia 8 de abril. O vencedor ganhará um mixer, seis taças e um kit cappuccino.

Já o segundo colocado recebe seis xícaras e colheres de porcelana, além do kit cappuccino. Do terceiro ao décimo, o prêmio será uma coqueteleira e também o kit. Os vencedores e suas receitas serão conhecidos no dia 22 de abril, no site do concurso.



Mundo do Marketing: Publicado em 26/03/2009
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	<pubDate>4 Mar 2009 23:26:35 GMT</pubDate>
	<link>http://www.mundodomarketing.com.br/5,9023,cafe-pilao-comemora-30-anos-e-faz-concurso-cultural.htm</link>
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	<pubDate>4 Mar 2009 23:26:35 GMT</pubDate>
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